Friday, March 24, 2006

Efeitos políticos e económicos
Muitos oponentes à engenharia genética actual acreditam que a ascensão do uso de OGM em grandes plantações causou uma poderosa inclinação na agricultura de companhias de biotecnologia, que ganham poder excessivo na produção de comida, e sobre os agricultores que usam também os seus produtos .
Pessoas a favor das técnicas correntes de engenharia genética acreditam que vai diminuir a necessidade de pesticidas e vai trazer maior produtividade agrícola para muitos agricultores, incluindo até os dos países em desenvolvimento. Umas licenças de OGM permitem agricultores em países em desenvolvimento poupar sementes para a plantação do ano seguinte.
Em Abril de 2004, Hugo Chávez baniu totalmente o uso de sementes geneticamente modificadas na Venezuela. Em Janeiro de 2005, o governo da Hungria seguiu, e anunciou que bania a importação e plantação de sementes de milho geneticamente modificadas, apesar de terem sido autorizadas pela união Europeia.

Benefícios alegados
Os especialistas das técnicas genéticas actuais enumeram os benefícios que a tecnologia pode ter nas plantas comestíveis. Por exemplo, nas difíceis condições agrícolas dos países em desenvolvimento (também conhecidos como países subdesenvolvidos, ou do Terceiro Mundo). Dizem que, com modificações, as colheitas existentes poderiam prosperar sob as circunstâncias relativamente hostis, fornecendo maiores quantidades de alimento. A ideia do chamado arroz dourado também agrada os peritos, uma variedade geneticamente alterada do arroz, que contém níveis elevados de vitamina A. Existe a esperança que este arroz possa aliviar o défice de vitamina A no Mundo, que contribui para a morte de milhões de pessoas anualmente.
Os peritos afirmam ainda que as colheitas geneticamente projectadas não são significativamente diferentes daquelas modificadas pela Natureza ou pelos seres humanos no passado, e estas que, pela extensão, são tão seguras ou mesmo mais seguras do que o uso de tais métodos. Existe uma transferência de gene entre eucarióticos e procarióticos unicelulares. Até agora ainda não houve catástrofes genéticas resultantes disto.

As afirmações pró e contra das técnicas de engenharia genética
Os engenheiros genéticos afirmam que a tecnologia de manipulação genética é segura.Alguns afirmam que é necessária para se poder manter a produção de alimentos e que esta continuará a possibilitar o crescimento das populações.
Entretanto, outros discutem que o maior problema é a distribuição, e não a produção, pois o crescimento actual da população é o resultado da distribuição desigual de alimentos e da riqueza. Para estes não há necessidade da produção de alimentos geneticamente modificados.
Outros ainda, afirmam que as modificações genéticas podem ter consequências inesperadas, podendo ser nos organismos modificados, e ou nos seus ambientes. Por exemplo, determinadas partes do milho podem ser desenvolvidas para que sejam tóxicas para determinados insectos que as comerem. Mas quando a polinização é feita com outras espécies de milho vulgar, os genes relevantes na alteração são transmitidos. No entanto, isto introduz um novo gene no milho fora das colheitas.Os efeitos ecológicos no ambiente são razões que exigem uma investigação mais cuidada. Por este motivo no Brasil, no Estado do Paraná, um dos maiores produtores mundiais de milho, é proibido o trânsito e comercialização de produtos agrícolas trangênicos, liberados em outros estados da Federação.
Os activistas Anti-Engenharia Genética dizem que, com os conhecimentos actuais de genética, não são suficientes para se concluir que os organismos geneticamente modificados estão controlados. Afirmam ainda que, o uso desta tecnologia, fora de laboratórios, tem riscos inaceitáveis para o futuro.
Existe o receio de que determinados tipos de colheitas geneticamente criadas reduzirão a biodiversidade no Planeta. Um exemplo típico ocorreu no Estado do Paraná no Brasil, onde não existia mais o milho oriundo da época pré descobrimento utilizado pelos silvículas. A situação chegou a tal ponto que, somente era possível a compra de sementes importadas de empresas multinacionais que detém a patente biológica do produto. Portanto, para o plantio do milho era necessário o pagamento para estas empresas estrangeiras.
O bloqueio executado contra o plantio, comercialização e transporte deste tipo de produto gerou no Estado o desenvolvimento do chamado certificado de liberdade de transgenia, aumentando substancialmente o valor da produção da região, além da redução de remessa de divisas para outros países que detém as patentes e que nem sequer produzem a espécie.
Segundo afirmações ainda, as colheitas tolerantes aos herbicidas seriam, por exemplo, tratadas com um herbicida próprio. As ervas daninhas deixam de existir no local em questão. Isto poderia resultar no declínio de vários animais selvagens (por exemplo pássaros) que dependem das sementes e/ou dos insectos existentes nas ervas daninhas, como alimento. Estudos recentes, em 2003, à escala de fazendas no Reino Unido, revelaram que este é o caso da beterraba doce, mas não com o milho (no entanto, no último exemplo, a colheita do milho também tinha sido tratada com pesticidas que prejudicam o ambiente, estes foram, consequentemente, retirados do uso nos Estados Unidos da América).

Tuesday, March 21, 2006

Os medicamentos genéticos e a ética
A insulina, tão importante nos doentes de Diabetes, além da interferona, é actualmente possível graças aos progressos da engenharia genética e da bioengenharia. Na agropecuária, na medicina, entre outros campos, ainda existem os riscos quanto à manipulação da estrutura genética. Segundo muitos autores, as questões éticas ligadas à criação de réplicas humanas em laboatório são reais e devem ser levadas a sério pela sociedade. Outro factor que deve ser levado em conta, é o uso das células-tronco, já que as suas consequências, ainda são desconhecidas.

Ética
Pela sua natureza, o desenvolvimento da engenharia genética convive com problemas legais e éticos. Um dos principais factores que exigem um controle estreito da sociedade organizada, e tem gerado polêmicas ético-morais, é a manipulação da herança genética de seres vivos com fins eugênicos, ou seja, a de depuração da espécie, ou das raças com a finalidade de criar uma espécie, ou raça nova por meios não naturais. Um exemplo típico seriam as mutações controladas, que em determinado momento podem fugir a este controle e resultar na obtenção de microrganismos, ou mesmo organismos com características inexistentes e desconhecidas, como a capacidade de produzir toxinas ou doenças, ou ainda bactérias com resistência a antibióticos, entre outros.
Em 1993 os pesquisadores Robert Stillman e Jerry Hall da Universidade George Washington realizaram a primeira clonagem de embriões humanos. Embora não tenha sido continuada a experiência, houve protestos em todo o planeta. Este facto por si só, criou implicações religiosas e morais. Estas levaram à necessidade de uma regulamentação rígida das pesquisas em embriões humanos. A finalidade desta regulmentaçlão é evitar o uso de técnicas de engenharia genética cujo objectivo pode ser a alteração permanente do fenótipo da espécie. Além disso, as técnicas de clonagem podem ser utilizadas para copiar artificialmente indivíduos que apresentem genótipos considerados óptimos para determinados fins (militares, ou mesmo olímpicos por exemplo, com a criação de uma super-raça humana).

Engenharia genética e as pesquisas
Apesar da grande evolução da genética nos últimos vinte anos, ainda existe muito para pesquisar, nomeadamente com o projecto de pesquisa do genoma humano e dos genomas de vegetais e animais significativos.
Actualmente existem grandes possibilidades de se ter acesso às descobertas e à informação da compreensão genética. Uma quantidade imensa de nucleótidos em sequência já foram postos na Internet e verificados pelos mais diferentes institutos de pesquisas. Actualmente o maior desafio é elucidar as funções das redes complexas da interacção das proteínas e a duplicação da proteoma, que constitui os códigos genéticos de todos os seres vivos, por estes serem neutros.
A Engenharia Genética tornou-se valiosa nas pesquisas de proteínas, e outras onde se pode utilizar todos os tipos de técnicas possíveis, incluindo habilidades como:
A perda das funções, como numa experiência de desactivação, que podem ocorrer num determinado organismo com a falta de um ou mais genes. Desta forma é possível determinar e analisar defeitos causados por mutação. E pode ser consideravelmente útil para não causar danos em determinados genes. Isto pode ser usado especialmente no desenvolvimento da biologia.
Uma experiência de desactivação envolve a criação e manipulação de ADN construída in vitro. Uma desactivação simples consiste em copiar um determinado gene que foi alterado e deste modo pode-se bloquear a sua função. A construção do gene cópia inserido em células estaminais embrionárias, substitui o próprio gene. Essas células injectadas nos blastocistos podem ser implantadas nos humanos. Outro método utilizado em organismos simples como as drosophilas, é introduzir mutações em grandes populações com o fim de procurar uma mutação desejável. Este processo pode ser aplicado em vegetais.
O aumento de funções pelo contraste lógico da desactivação às vezes é feito numa conjungação com experiências comparativas. Estas são feitas como em engenharia da desactivação. Em vez de se construir um certo organismo e aumentar a função dum gene determinado, podem ser produzidas copias extras do gene. Fazem-se, assim, varias transcrições deste, algumas desactivadas outras não, sendo assim possível a comparação do bloqueio de funções.
Pesquisas que procuram informações sobre localizações e interacções duma proteína desejada. Uma forma de fazer isso é substituir um gene selvagem por um gene de fusão que na justaposição do elemento de prova, como uma proteína verde fluorescente por exemplo, pode permitir a visualização do produto da modificação genética.
Enquanto esta técnica é útil, a manipulação pode destruir algumas funções do gene de prova criando efeitos secundários e deste modo questionar os resultados da experiência. Técnicas mais sofisticadas estão em desenvolvimento para visualizar produtos sem a alteração das suas funções, como por exemplo, a adição de pequenas sequências que podem possibilitar a junção de genes em anticorpos monoclonais.

Monday, March 20, 2006

Aplicações

Umas das mais conhecidas aplicações da engenharia genética são os organismos geneticamente modificados (OGM).
Existem muitas aplicações biotecnológicas da modificação genética, por exemplo as vacinas orais produzidas nas frutas. Estas, pela simplicidade de obtenção, tem baixo custo. Isto representa o desenvolvimento das modificações genéticas para o uso médico e abre uma porta ética para os uso da tecnologia para modificar os genes humanos.
Esses efeitos são geralmente irreversíveis nos genomas humanos, mas não no ambiente da interacção das proteínas. Isso significa que os genes pelos quais são detectados e adicionados são pouco exactos, inseridos e literalmente disparados sobre o ADN que pode causar, em casos raros, características não planeadas previamente.
Semelhantes objecções aplicam-se à engenharia das proteínas e engenharia molecular como produção de drogas. Uma única proteína ou molécula pode ser examinada com mais facilidade e com maior qualidade de controle, ao contrário de um genoma completo devido à complexidade. Enquanto a engenharia das proteínas ou molecular necessita de muitos testes para determinar se os produtos podem causar problemas para a saúde, a posição da maioria dos engenheiros genéticos não requer esta responsabilidade, devido ao produto resultante da produção ser substancialmente o mesmo que o original e que foi produzido pelo mesmo genoma.
Uma das maiores ambições de alguns grupos de pesquisadores é a possibilidade da melhoria das capacidades humanas físicas e mentais pelo uso da engenharia molecular.

Controvérsias quanto à nomenclatura

A modificação genética também chamada de manipulação genética são termos preferidos por alguns investigadores. Por serem neutros estes afirmam que tecnicamente é preferível o uso de engenharia genética.Esta designação é considerada controversa.
Vários opositores do termo modificação usam a palavra engenharia genética e discutem sobre a manipulação dos genes em combinação com a bioquímica das células, já que pouco se sabe sobreos danos colaterais ocorridos após a modificação de um organismo.
A relutância emse reconhecer a palavra engenharia tornou-se popular nos movimentos anti-globalização e seguramente na maior parte dos partidos ecológicos em especial na França e na Alemanha. Predomina naquelas regiões uma resistência às politicas agrícolas que utilizam o alimento geneticamente modificado.
Os grupos contrários ao consumo de subprodutos alimentares geneticamente modificados, tendem a resistir ao termo engenharia genética porque a palavra modificação causa um impacto maior.
Aqueles que defendem o termo da engenharia genética afirmam que a pecuária e a agricultura são também formas da engenharia pelo facto de se usar a selecção artificial em vez de técnicasde modificação genética moderna.
Não são os políticos que discutem as causas económicas ou cientificas que geram nos seus trabalhos fiscalizações atentas, são os cientistas. Estes, não são contra o termo modificação genética quando é aplicado ao seu trabalho, porém a forma como é substituído o termo engenharia.

Saturday, March 18, 2006

Exemplos de produtos oriundos das técnicas de engenharia genética

Alguns exemplos típicos de produtos oriundos do uso de métodos de engenharia genética são:
-A insulina.
-Os interferonas.
-A interleucina.

Algumas proteínas do sangue:
-A albumina.
-O fator VIII.

Alguns tipos de ativadores das defesas orgânicas para o tratamento do câncer, como o fator necrosante de tumores.

A criação de vacinas sintéticas contra:
-Malária.
-Hepatite B.

A criação e desenvolvimento de biotecnologias para a pesquisa segura de substâncias cuja manipulação envolve alto risco biológico:
-Vacinas que se preparam com vírus infecciosos, onde pode existir o risco de vazamento incontrolado.

Técnica do DNA recombinante

Nos anos 80, pesquisadores desenvolveram as ferramentas necessárias para transferir genes específicos de um organismo para outro, permitindo a expressão de características desejáveis no organismo receptor.
Isto tornou possível a descoberta de enzimas que podiam ser utilizadas como "tesouras" moleculares para cortar ou remover um segmento de gene de uma cadeia de DNA num local específico ao longo da molécula de DNA. Existem várias dessas enzimas, muitas das quais foram produzidas de acordo com o ponto que vão cortar na molécula de DNA.
As "tesouras" enzimáticas também podem ser utilizadas para abrir um plasmídeo, um anel de DNA normalmente encontrado em bactérias, que podem passar entre algumas células bacterianas e trocar informação genética.
Para transferir informação genética de uma célula para a outra, uma enzima faz uma abertura num plasmídeo bacteriano. Os pesquisadores copiam ou colam um segmento retirado de uma molécula de DNA doador no plasmídeo. Como as extremidades livres, tanto do plasmídeo como do segmento gênico doador, são quimicamente "adesivas", elas podem se ligar umas ás outras (recombinar) para formar um plasmídeo contendo o novo gene. Essa técnica é chamada de clonagem de genes ou tecnologia do DNA Recombinante (rDNA) (termos utilizados concomitantemente com Engenharia Genética). O novo plasmídeo agora carrega instruções genéticas, permitindo que, quando inserido numa bactéria, esta produza uma proteína que leva a expressão da nova característica..

Sunday, March 05, 2006

A actualidade da Engenharia Genética

Grande alvo da engenharia genética é maioria dos alimentos mais importantes do mundo. já foram criadas em laboratório Muitas variedades de alimentos e outros estão ainda em desenvolvimento.
O cultivo irrestrito e o marketing de certas variedades de tomate, soja, algodão, milho, cânola e batata já foram permitidos nos EUA. O plantio comercial intensivo também é feito na Argentina, Canadá e China. Na Europa, a autorização para comercialização foi dada para fumo, soja, cânola, milho e chicória, mas apenas o milho é plantado em escala comercial (na França, Espanha e Alemanha, em pequena escala, pela primeira vez em 1998)
Molho de tomate transgênico já é vendido no Reino Unido e o milho e a soja transgênica já são importados dos EUA para serem introduzidos em alimentos processados e na alimentação animal. De fato, estima-se que aproximadamente 60% dos alimentos processados contenham algum derivado de soja transgênica e que 50% tenham ingredientes de milho transgênico. Porém, como a maioria destes produtos não estão rotulados, é impossível saber o quanto de alimentos transgênicos está presente na nossa mesa. No Canadá e nos EUA, não há qualquer tipo de rotulagem destes alimentos. Na Austrália e Japão a legislação ainda está sendo implementada. Em grande parte do mundo os governos nem sequer são notificados se o milho ou a soja que eles importam dos EUA são produtos de um cultivo transgênico ou não.
Além dos transgênicos já comercializados, algumas variedades aguardam autorização:
-salmão, truta e arroz, que contem um gene humano introduzido;
-batatas com um gene de galinha;
-pepino e tomates com genes de vírus e bactérias.

Até o momento, há uma grande oposição à contaminação genética dos alimentos. São consumidores, distribuidores e produtores de alimentos que exigem comida "de verdade", sem ingredientes transgênicos. Apesar da preocupação, a introdução descontrolada de transgênicos continua a crescer em níveis alarmantes. A menos que a oposição se sustente e ganhe força nos próximos anos, um aumento drástico destes alimentos pode ocorrer, e a opção de evita-los poderá ficar cada vez mais difícil.

Wednesday, March 01, 2006

História da engenharia genética

Na década de 1930, os pesquisadores norte-americanos George W. Beadle e Edward L. Tatum, mostraram a regulação da produção das proteínas e enzimas por partedos genes, logo estes têm intervenção nas reacções dos organismos dos animais. O progresso da descoberta da estrutura genética humana teve inicio apartir desta pesquisa.
Oswald T. Avery em 1944, descobriu que o DNA (ácido desoxirribonucléico) é o componente cromossômico que transmite informações genéticas.
Em 1953 os ingleses Francis H. C. Crick, Maurice Wilkins e o norte-americano James D. Watson conseguiram descodificar grande parte da estrutura da molécula do DNA.
Em 1961 os franceses François Jacob e Jacques Monod pesquisaram o processo de síntese de proteínas nas células bacterianas. Descobriram que o principal responsável pela síntese é o DNA, que passou então a ser o elemento central das pesquisas de engenharia genética.
Em 1972, na Universidade de Stanford, na Califórnia, o norte-americano Paul Berg ligou duas cadeias de DNA. Uma era de origem animal, a outra bacteriana. Esta foi a primeira experiência bem sucedida onde foram ligadas duas cadeias genéticas diferentes, e que é considerada por muitos autores o início da criação sintética de produtos de engenharia genética.

Wednesday, February 22, 2006

A era da manipulação genética

Iniciou-se a era da manipulação de mensagens genéticas expressas em sequências de fragmentos que compõem o código hereditário, os nucleotídeos.A partir de agora a engenharia genética passou a cortar ou modificar as moléculas de DNA, utilizando enzimas específicas que reconhecem as mensagens codificadas. As ligases, enzimas que actuam para unir a cadeia fragmentada começaram a ser descobertas e sintetizadas para manipulação genética.A sequência de descobertas cresceu rapidamente, os genes começaram a ser transplantados, e a possibilidade de isolá-los do resto do DNA do organismo de que procedem possibilitou sua formação a partir do RNA mensageiro, o mRNA do qual depende o código genético. Passou a ser real sua cópia de acordo com a sequência do DNA, portanto, a síntese artificial de diversas substâncias orgânicas também